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TrendAI e Anthropic avançam na detecção de vulnerabilidades e mitigação de riscos
A colaboração impulsiona o setor ao combinar inteligência de código orientada por IA com priorização de riscos no mundo real, reduzindo a lacuna entre a descoberta de vulnerabilidades e a redução de riscos no mundo real.
A TrendAI, empresa de segurança de inteligência artificial (IA) da Trend Micro, anunciou uma colaboração com a Anthropic para apoiar a expansão da implantação do Claude Opus 4.7 em pesquisas de segurança.
A TrendAI está participando do Cyber Verification Program da Anthropic, que fornece credenciais para o uso defensivo de modelos de IA de fronteira. Por meio dessa colaboração, as organizações podem reduzir riscos no mundo real com mais rapidez, aproveitando a inteligência de ameaças acelerada por IA para identificar, priorizar e mitigar vulnerabilidades exploráveis antes que impactem os negócios.
“A capacidade de identificar quais vulnerabilidades representam riscos reais, priorizá-las e mitigá-las antes de serem exploradas tornou-se essencial. A colaboração entre TrendAI e Anthropic impulsiona o setor ao combinar inteligência de código orientada por IA com priorização de riscos no mundo real”, diz um comunicado de imprensa.
A TrendAI lançou, em 2025, o AESIR (AI-Enhanced Security, Intelligence, and Research), uma plataforma interna de pesquisa em segurança baseada em inteligência artificial que combina automação em velocidade de máquina com supervisão de especialistas humanos. O AESIR utiliza o Claude Opus 4.7 para raciocinar como um atacante, determinando o que é acessível, controlável e explorável em ecossistemas de software complexos. Em escala, isso significa descobrir e comprovar vulnerabilidades reais de forma autônoma. O TrendAI Vision One amplia esses insights ao priorizar ameaças, mapear caminhos de ataque e permitir mitigação rápida — incluindo patch virtual — em ambientes híbridos.
Segundo a TrendAI, com o Vision One, as organizações podem operacionalizar essas descobertas ao determinar a exposição de ativos, identificar caminhos de ataque e aplicar controles como patch virtual e detecção de exploits. “Isso permite reduzir riscos rapidamente, mesmo quando as correções de código exigem mais tempo, algo decisivo em ambientes de produção, onde vulnerabilidades frequentemente são descobertas após a implantação”, conclui o comunicado do fornecedor.