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Dividir para conquistar: Por que este é o momento certo para o armazenamento desagregado

A infraestrutura hiperconvergente parecia uma ideia brilhante há cinco anos. Um único fornecedor, uma única tecnologia e um único ponto de responsabilidade. Mas então a Broadcom comprou a VMware e, de acordo com a empresa de pesquisas ESG (da Omdia), elevou os custos de hipervisor para 72% das empresas dos EUA em apenas 18 meses. CIOs que construíram toda a sua infraestrutura baseada em VMware agora se deparam com orçamentos de renovação que estouram qualquer planejamento — e descartar sistemas hiperconvergentes pode significar começar do zero.

Uma abordagem desagregada  muda a equação ao separr o armazenamento do processamento. Quando os dois estão em ambientes separados, é possível trocar de hipervisor sem afetar seus dados.

A adoção de contêineres exige uma infraestrutura flexível

Os contêineres são uma alternativa (ou um complemento) às máquinas virtuais, criados para os 39% das empresas americanas que desejam modernizar suas aplicações em resposta ao aumento dos custos da VMware, de acordo com uma pesquisa da ESG. Mas o sistema de orquestração de contêineres Kubernetes não substitui as máquinas virtuais da noite para o dia. A maioria das empresas opera com os dois sistemas, às vezes por anos. Os ambientes de contêineres também apresentam grandes oscilações em suas demandas de infraestrutura, enquanto as máquinas virtuais tradicionais funcionam de maneira mais previsível. A HCI (infraestrutura hiperconvergente) ganhou força por volta de 2010-2011, antes mesmo de existirem ferramentas de infraestrutura como código, como o Ansible e o Terraform. Essa arquitetura não foi projetada tendo em mente as cargas de trabalho altamente dinâmicas e nativas das nuvens de hoje.

O maior erro que você pode cometer é criar ambientes isolados para máquinas virtuais e contêineres. Se o seu ambiente de HCI está funcionando bem hoje, mantenha-o. Projetos modernos demandam armazenamento desagregado que unifique o suporte a máquinas virtuais e contêineres em um único sistema. Isso significa procurar um espaço de armazenamento com várias características essenciais:

  • Suporte a sistemas de arquivos: Procure uma solução de armazenamento que seja escalável linearmente de terabytes a petabytes sem alterações na arquitetura. As empresas não deveriam ter que tolerar soluções de armazenamento que imponham escolhas de plataforma com base em limites de capacidade. Um armazenamento flexível, moderno e desagregado deve ser capaz de lidar com cargas de trabalho de blocos, arquivos e contêineres em uma única plataforma, oferecendo todas as opções necessárias em um ambiente de TI em constante evolução.
  • Integração: Um bom sistema de armazenamento desagregado será compatível de forma nativa com VMware, Kubernetes, Ansible e Terraform. Contar com um sistema de arquivos que opera entre AWS e Azure ajuda as empresas a não apostarem todas as fichas em um só lugar, facilitando a gestão de ambientes multicloud e híbridos.
  • Automação: O Ansible e o Terraform já estão consolidados hoje em dia, mas na época em que a HCI foi lançada, eles mal existiam. Hoje em dia, as empresas utilizam produtos como esses para gerenciar sua infraestrutura de forma programática. Essa flexibilidade também se aplica ao armazenamento, contanto que a infraestrutura ofereça as APIs certas para integração. Muitas soluções de armazenamento antigas não foram concebidas para suportar a automação atual ou processos de Infraestrutura como Código (IaC).
  • Upgrades fáceis: O armazenamento desagregado permite que as equipes de TI testem novas plataformas em produção sem arriscar todo o patrimônio, já que a camada de armazenamento permanece constante. Para isso, procure upgrades de hardware e software que não causem interrupções e permitam a troca de nós de processamento sem que os dados sejam afetados.

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Gerenciamento da migração

Para organizações com vastas infraestruturas de armazenamento espalhadas por diversos ambientes, a estratégia de “jogar tudo fora e recomeçar” é inviável. As inovações mais recentes (especialmente aquelas baseadas em contêineres) exigem flexibilidade, não apenas porque as cargas de trabalho são voláteis, mas também porque os requisitos ainda estão em constante evolução. Uma abordagem estratégica significa priorizar a flexibilidade e a agilidade antes de tomar novas decisões de implantação.

As empresas avançarão aos poucos, testando cuidadosamente suas plataformas de aplicações modernas ao longo do caminho. Portanto, as opções de migração devem ser incrementais, em vez de ser tudo ou nada. Busque ferramentas nativas que ofereçam suporte à migração e ao backup multicloud, garantindo que você não fique preso a um único modelo de implementação.

A verdadeira vitória está em reduzir o custo de estar errado sobre qual plataforma será a vencedora daqui a cinco anos. Focar em tecnologia que se alinhe aos objetivos de negócio, seja simples de implementar, fácil de gerenciar e escalável para necessidades futuras, nunca será um erro estratégico para a sua carreira. O excesso de funcionalidades perdeu o seu apelo quando as equipes perceberam que a complexidade prejudica a agilidade.

O mantra de ontem era: “Ninguém nunca foi demitido por comprar produtos da IBM”. O mantra de amanhã será: “Ninguém nunca foi demitido por comprar algo que mantivesse suas opções abertas”.

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